É porque assim não dá! Não mesmo!!! Zero senso crítico? Idiocracy mesmo, sem outra opção de futuro????
Hoje se foi a Ruth Cardoso. Polêmico ou não, é fato: até o FHC, o brasileiro nunca-jamais havia conhecido a palavra 'planejar', e nem acreditava ser possível o fim da inflação (pensavam que isso seria lenda... era um país com cultura inflacionária), pobre não tinha brinquedo, o frango ainda era artigo classe média, o dinheiro nem nome tinha direito, não tínhamos 'moeda' forte... sequer moeda na verdade, pois tudo era calculado pelo dólar... Rir de quem não acreditava na ausência de inflação. O brasileiro começar a viajar e descobrir o mundo. Brinquedos chineses, a democracia da infância, ainda que custe tanto a eles, revolucionou a infância dos pobres brasileiros (não sabe quem nunca se importou ou reparou)... E o frango... E a cesta básica? ... Aqui ninguém tem memória? Eu chegava ao Brasil em 1995... Não posso esquecer como tudo mudou... Se a história fosse justa e a memória não fosse volátil e suscetível ao populismo e à Rede Globo...
E se acham tão modernos...
Ontem estava escrito... 'o pobre tem mais dinheiro e os mais ricos menos'... Hoje está escrito... 'o Brasil é o terceiro país onde mais se 'criou' milionários em 2007.'
Portanto... pensemos.... Os mais ricos no caso ali eram as classes médias: miserável, minúscula, baixa, aceitável, média, 'alta'... Para conseguir um apartamento no CDHU você tem que ter filhos (dependentes). Então o que? Se eu for racional, optar por não super-populacionar o planeta (já super-populoso) sofrerei pagando 70% do que ganho em um aluguel de lugares minúsculos e deselegantes.... enquanto, claro, os sei-lá-quem que estão super-populando a cidade - apesar da AIDs e da camisinha e pílula gratuítas - merecem morar em apartamentos legais por quantias irrísórias.
Revolução agora. Que todos tenham todo este orgulho em ser brasileiros e tomem alguma atitude.... Quando o Collor foi eleito, me recusei a ficar aqui. Agora, francamente, não acho mais que é o caso de "Brasil: Ame-o ou Deixe-o"... O caso é amo e fico. Não suporto a hipocrisia, sou a incomodada mas não mais me retirarei. "Aguente-me", este agora é o adesivo...
O Brasil não conhece o Brasil.
Sou uma ex-petista. O meu blues é infinito. Quem ouvia e amava, verdadeiramente, sabe. Cadê a moratória? Cadê tudo que falávamos ali, na rua dos Trilhos??? Cadê meus 'ídolos'? Marta, a primeira que caiu... Lula, ai, que dor... E tudo parece tão pior. Todos os corruptos ali, à vontade... O PT 'apreendendo' o poder... que nojo. Minha vontade de partir é imensa. Mas tem coisas que me ligam aqui, portanto, é isso: sou um caroço. Não serei facilmente digerível.
Em 23/06 a Folha de São Paulo disse que os pobres estavam mais ricos. E que os mais ricos, estavam mais pobres.
Em 24/04 a Folha de São Paulo disse que o Brasil é o terceiro país onde mais se produziu milionários em 2007.
Raciocínio, por favor. As pontas mudando e o grande meio sendo esmagado. As bases são suaves. A Bolívia que o diga... Estamos indo ali? Novo Mundo sim, mas atingir a decadência sem nunca sequer ter flertado com a civilização... por que?
O país todo inflado com a 'nova política e seus novos políticos'.... Todos sugando, aprendendo a mamar e adorando. Isso sim é pobreza.
Hoje em dia tenho preguiça de escrever de forma informativa, com prazer em 'espalhar o que é bom, como vírus', como fiz por tanto tempo. Quero o silêncio. Quero que se dane o mundo porque meu nome não é Raimundo. De preferência, que ele - o mundo - se acabe em barrancos; assim terminarei encostada...
Hoje não escrevo. Vomito palavras-semi-pensamentos. Direto do 'ID', sem 'super-ego'. Cruas. Sem polimento. Não dá para engolir a vida como ela é, aqui, agora. Ir embora por que? Sou de lugar nenhum, sim, mas o frio me afasta tanto... Quero água-de-coco todas as manhãs; e nem quero dar satisfações quanto a isso.
Vomito. Deveria ser no Queen Bee. Ou Brotoeja. Ou sei lá onde. Mas é aqui mesmo. 'Dá-me mais vinho...'
==== Naqueles anos, eu queria passar o resto dos dias estudando e pesquisando; Pessoa, acima de tudo. Fiz toda a tour literária, andei por onde ele andou, bebi parecido, fiz o que na época, ninguém entendeu direito. Mas eu já o amava. Afinal.......................... não foi a música, nem o skate, nem a ciência... o que me salvou da loucura foi a literatura. Acima de tudo, ele, meu amigo íntimo. Só parei de me sentir mal por ter começado a gostar de astrologia (embora o curso de filosofia imperasse em minha mente, supremo...) quando soube que você também tinha este tipo de dicotomia na alma... são as velas, todas, acesas, a todos eles... Quem mandou entender tudo aquilo com o coração e ter sentido aquele outro tanto com a cabeça?
'Dá-me mais vinho, pois' hoje, além de nada, ela é vulgar, tem 15 minutos de exposição, nenhuma consistência e custa muito caro...
IDIOCRACY (EUA, 2006):
Nunca fui uma grande fã de TV, mas no começo dos anos 90, quando morava em Londres, adorava assistir à um desenho em particular, criado por Mike Judge (nunca esqueci o nome); era de sexta (ou sábado?), depois da 01 am... Muitas vezes eu e minha amiga Joyce corremos para casa para chegar a tempo de pegar 'Beavis & Butthead.
Em minha locadora favorita (a Plano 9, que infelizmente fechou no começo deste ano), vi na prateleira um filme com aquele ator de "Os Excêntricos Tenenbaums" e direção - que surpresa!!! - de Mike Judge!!! Não me decepcionei... É o tipo de comédia que gosto. Um bibliotecário do Exército norte-americano, um típico homem mediano e comum, foi escolhido para um experimento e por isso congelado por 500 anos (na verdade, ele ficou esquecido!). Ao acordar, tudo mudou e entre outras coisas, percebe que é o homem mais inteligente do mundo. Não é uma apologia ao eugenismo/evolucionismo... É mais.... uma estória sobre nossa "'d'-evolução".
Em uma locadora próxima, não perca! Vendido como 'Aventura', normalmente classificado como 'Comédia'. Será o filme uma profecia? Teria que estar na prateleira de 'Ficção Científica'? Entre os filmes do tipo "O Segredo"??? Em minha opinião, o futuro será mais ou menos isso... ui, que medo!
======= IDIOCRACY (2006), dirigido por Mike Judge, em DVD. 

THE DEALERS
Adoro a banda! Antes de ler, tenha isto em mente, sou fan. Trio paulistano, guitarra (Mari) + bateria (Vinhão) + Mayra (vocal). Meninas super poderosas, a gente vê muita influência do 'DIY' como uma vibração e inspiração mór delas; como se fans do L7 tivessem mergulhado em blues-punk, temperos variados dando um sabor todo especial.
Para ouvir: www.myspace.com/thedealers ============+++++============ Para ver: www.fotolog.net/thedealers

Olá todos!
A maioria não sabe, mas venho colecionando cartões postais desde os anos 80. Resolvi fazer uma Mostra de Cartões Postais, cujo foco não é apenas música, uma vez que a coleção é bem variada.
À princípio, ia expor em um espaço físico, mas como gostaria que pessoas em todos os lugares pudessem ter acesso a ela; resolvi usar um dos fotologs para isso. Será um postal por dia, e comecei com um dos meus favoritos: uma ilustração do William Blake.
MOSTRA DE CARTÕES POSTAIS da ELEKTRAVENTURA
http://www.fotolog.com/elektraventura
Grata,
Debbie Cassano
Próximos Shows em São Paulo e em Belo Horizonte:
Abril:
Dia 18 - Espaço Impróprio com Os Migalhas e The Dealers (Rua Dona Antonia de Queiroz, 40 / entre Frei Caneca e Augusta; fone: 3255.5274)
Dia 20 - Funhouse (www.funhouse.com.br)
Dia 21 - com The Boom Boom Chicks e Terror Blues - à partir das 22:00 Hs
Para ouvir uma faixa gravada ao vivo show histórico na xícara, acesse: http://www.myspace.com/caffeinesoundstudio
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Para ouvir o show gravado nos estúdios da ShowLivre: http://showlivre.uol.com.br/biografia.php?conteudo_id=7254
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Rob K. + Uncle Butcher: www.myspace.com/thejazzangels
Uncle Butcher: www.myspace.com/theunclebutcher
Rob K - www.myspace.com/robkkennedy
Workdogs - www.myspace.com/workdogs

Ai está eu, checando de perto se há bebida o suficiente para o duo, no palco do CB, dia 24 de março último. Afinal, produzir uma turnê envolve tanto tipo de atividades aleatórias, além das essenciais, tipo se preocupar com o equipamento e com a qualidade do som durante o show.
TODO o público ficou hipnotizado durante a apresentação de ROB K. & Uncle Butcher. Essa foi a estréia oficial no duo, ao vivo. MATADORA. Muitos dos que viram essa estréia, voltaram para o outro show aberto ao público, na Funhouse.
No sábado seguinte, dia 31, fizemos um pocket-show, gravado ao vivo, no Estúdio Caffeine, para cerca de 30 convidados. Garotas de bikini serviram dry martinis. Foi no mínimo, libidinoso e explosivo. Um agradecimento especial ao Rodrigo Carneiro, à X-Plastic e ao Clóvis Mendes. Ao Caffeine, nem tenho o que dizer!!! Parceiros e amigos! Muita gente me disse que foi o melhor show/festa que foram em muuuuuitos anos!!! Obrigada! :)
Depois foi a vez do show na Funhouse. Casa cheia em dia de cidade vazia, o equipamento estava ótimo - graças ao grande Augusto.
Rob K. adorou a casa, achou confortável, bonita e simpática; Tchelo produziu a festa, q foi excepcional; Raul Fiuza gerenciou tudo com total simpatia e eficiência... Todo mundo se sente em casa, é tão legal ir lá!
No dia seguinte, sexta, 06 de abril, foi a vez da Toy Loudge. O público presente ficou alucinado com o show, desde os funcionários da casa até quem foi ali por acaso. A Toy Loudge tem essa festa às sextas, produzidas pelo Thiago CPLaoQuadrado e que vale a pena ser conferida. É talvez a noite mais diferente da capital atualmente.... Ninguém tem a impressão que tanto faz onde se vá, a discotecagem, decoração e público tem sempre sido os mesmos?
Chegou a vez do show do Inferno, noite também otimamente produzida pelo Tchelo, novamente teria a participação da X-Plastic com as 'bikini gils'. Rob K. sobe e fica pendurado, de cabeça pra baixo, em qualquer tipo de coisa q encontre na parede... Escala, enrola as pernas e pronto, canta em um pé só, no ar. Essa noite, ele subiu cerca de 3 metros. Para descer, teve a brilhante idéia de pular, caindo com os dois pés, feito gato. Ainda tocou 3 músicas e então caiu desmaiado, em cima do bumbo.
Foi terrível. Hospital, dores e injeções, gesso e tomografias. Calcanhar ‘moído’, como dizem os médicos... No dia seguinte, lá estava Rob K. - hiperativo que é - de muletas, indo à padaria, ao Caffeine acabar de gravar as 8 faixas q farão parte de um 7 polegadas a ser lançado em Portugal.
No próximo show em São Paulo, dia 18 no Espaço Impróprio, junto com ‘Os Migalhas’ e as ‘Dealers’, vamos ver ele explodindo tudo mais uma vez.
DC
Para ouvir uma faixa gravada ao vivo show histórico na xícara, acesse: http://www.myspace.com/caffeinesoundstudio

Além de sentir mais calor, em um futuro não tão distante o povo brasileiro deve enfrentar secas em algumas partes, chuvas torrenciais em outras, furacões, e todas as espécies, inclusive o ser humano, devem sofrer baixas consideráveis. No início de fevereiro, um grupo de cientistas do IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU) divulgou um relatório que mostra que o planeta está cada vez mais quente - e a chapa vai continuar esquentando. O aquecimento da Terra, contudo, não será homogêneo: a temperatura subirá mais nos continentes do que nas áreas oceânicas e mais no hemisfério norte do que aqui no sul. Isso significa que o Brasil até pode ser menos afetado do que os Estados Unidos e os países europeus, mas, se as previsões do IPCC se concretizarem, não teremos refresco. "O aquecimento por aqui deve ser de 4 a 5,5 ºC na região tropical. O Nordeste, o Centro-Oeste e a Amazônia serão as regiões mais afetadas", diz o meteorologista José Marengo, coordenador de estudos de mudanças climáticas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O IPCC deve divulgar em abril um relatório mais detalhado, com previsões sobre o impacto do aumento da temperatura em cada região do globo, mas estudos do Inpe já dão uma idéia de como ficará nosso país em menos de cem anos. É melhor ir ligando o ar-condicionado.
(continua abaixo)....
FLORESTA AMEAÇADA
No Brasil, a onda de calor será mais intensa nas RegiõesCentro-Oeste e Norte. E, junto
com o calor, aumentam os riscos de incêndios e queimadas. A maior vítima disso, claro, é a floresta Amazônica, onde a mata fechada deve dar lugar a uma vegetação menos densa, como o cerrado
ENTRESSAFRA
O aquecimento global vai bagunçar as temperaturas, acabando com as diferenças entre as quatro estações, e tornando os veranicos - períodos secos em estações tipicamente chuvosas - mais freqüentes. Com isso, safras inteiras podem ser perdidas por causa do calor e de chuva em excesso na hora errada
FURACÃO 2100
É "muito possível", segundo o IPCC, que tormentas, tufões e furacões sejam mais constantes e intensos - o aquecimento aumenta os choques entre massas de ar de diferentes temperaturas, provocando fenômenos desse tipo. O furacão Catarina, que passou por Santa Catarina em março de 2004, parece ter sido apenas o primeiro resultado desse processo
PLANTÃO MÉDICO
O ar, quente e seco, ficará mais difícil de respirar. Ao menos 300 mil pessoas morrerão a cada ano devido a doenças respiratórias. Brasília, já famosa pelo clima seco, ficará inabitável em algumas épocas. E não é só isso: como verão e inverno terão temperaturas parecidas, insetos transmissores de doenças como malária e dengue terão mais tempo para se reproduzir
NÃO VAI DAR PRAIA
O IPCC prevê que o nível dos oceanos suba de 18 a 59 centímetros até 2100. Cidades litorâneas do mundo todo terão que construir barreiras para conter a água e ilhas correm o risco de desaparecer. A ilha de Marajó, no Pará, não deve sumir nesse primeiro período, mas seu território sofrerá uma perda considerável: o Inpe prevê que 2 metros de elevação do nível do mar roubaria 28% do território da ilha
VIDAS SECAS
Com temperaturas mais altas, as regiões secas devem ficar ainda mais secas. O semi-árido nordestino pode deixar o semi para trás e ganhar o aspecto de um deserto. Resultado: menos plantas, menos animais e mais gente fugindo para as cidades maiores, que verão a pobreza crescer na sua periferia
MORTE À MATA
Os humanos podem fugir para lugares mais frios se a temperatura aumentar demais, mas animais e principalmente plantas não têm a mesma sorte. Por isso, estima-se que a mata Atlântica, que ainda abriga uma cadeia alimentar bastante complexa, pode perder até 40% da sua biodiversidade atual
TEREMOS TORÓ
Foi-se o tempo que São Paulo era a terra da garoa. Daqui para a frente, a metrópole tende a sofrer com chuvas fortes - e, claro, enchentes constantes. Nas cidades do Sul e do Sudeste, deve chover 20% mais do que chove hoje e, pior, as chuvas devem ser mais duradouras, já que mais água deve se acumular nas nuvens
fonte: Mundo Estranho, março/2007.
No português essa façanha leva o nome de mono-banda, banda de uma pessoa só.
1- POR QUE SER UM MONO BANDA? Muito provavelmente vc é um cara sem muito amigos, acha q sua banda não acompanha seu ritmo ou está sem banda pq ninguém te agüenta, vc tem muito tempo de sobra, possui um grande ego, acha que tem muito disco e manja bastante de som. ou seja, vc é um guitarrista. Ok, se vc se encaixa nessas qualificações, vc está apto a se tornar um oneman band em menos de duas semanas.
2-EQUIPAMENTOS. Vc deve ter sua própria guitarra, ficar pedindo emprestado para os outros pega mal, pois não é legal ser um oneman band loser, do tipo coitadinho. O bumbo e a caixa ou sei lá qual peças vc for usar para tocar vêm diretamente do baterista da sua ex-banda ou atual, ele vai reclamar no começo que vc está usando um pedal de bumbo para bater na caixa dele de 300 reais mas logo ele vai ter pena de vc, pois a final vc não pode arcar com custos de guitarra, bumbo, caixa e 2 pedais de bumbo. Sim um oneman band tem q ser contraditório, assim como esse texto. Para os ensaios no seu quarto tente improvisar, use caixa de sapatos, latas, placas, armários, almofadas, etc. Mas lembre q na hora de tocar ao vivo com tudo amplificado o som q vc tirou no quarto não vai funcionar na P.A. então tenha sempre em mente q não existe a tradicional desculpa de "o equipo tava uma bosta" se vc fez um show ruim a culpa é toda sua e de mais ninguém. Um bom oneman band sabe se virar sozinho.
3-RECONPENSAS DE SER UM ONEMAN BAND. Você não precisa gastar dinheiro para ensaiar e no final do show vc acaba ganhando por 3 ou 4 "músicos" isso se vc realmente conseguir convencer que seu show vale por uma banda completa. Vc não precisa ficar disputando a grupie mais gostosa com o baterista da sua banda. As pessoas te chamam para tocar no interior ou outros estados com mais freqüência pq é mais barato q uma banda completa. Se o show foi realmente bom, vc parece que é o Super-man ou o Batman depende da situação.
4-QUE MERDA É SER UM ONEMAN BAND. Bom, vc vai ter que responder por todos os erros da sua banda, se vc fizer um show ruim, lançar um disco que não vende, possíveis gastos, dívidas, perda e danos de equipamento, roubo, entrevistas com gente chata, calote de promotor e dono de bar, engravidar meninas e gonorréia, a culpa é sua.
PS: Lembre que o interessante do onaman band não é fazer mais do mesmo e sim experimentar coisas diferentes que uma banda não iria conseguir fazer, pense em novos sons, timbres, linguagem. Seja um picareta e engane as pessoas, faça parecer fácil. Use um nome legal como O Incrivel Rasga Bucho de Guianazes ou Capitão Droguinha e sua mono banda.
Boa sorte.
Atenciosamente
Prof. Luis Tissot (*The Fabolous Go-Go Boy From Alabama & his one-man-band; maio/2006)
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Se você gostou da idéia, tente montar sua banda-sozinho/a. Tem muita gente boa fazendo isso, o Bob Log, guitarrista do antigo Doo Rag, talvez tenha sido o primeirão... claro, depois de tantos blues man e vagabundos em geral, tocando na rua.
Procure aqui no arquivo do MagaZine, tem matéria com o Bob Log. Ouça também, Beat Man da Suiça e o Uncle Butcher aqui do Brasil mesmo. Tem o Chuck Violence e muitos outros. Aliás, para quem não sabe, a cidade de São Paulo já teve dois festivais de one mand band, um em 2005 e outro em 2006.
Alguns endereços:
http://www.myspace.com/theunclebutcher
http://www.myspace.com/chuckviolence
http://www.myspace.com/chucrobillyman
A esquerda e a América Latina
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No caso cubano, o igualitarismo já ficou para trás -mesmo se a desigualdade no capitalismo é maior |
RUY FAUSTO
As vitórias eleitorais que vem obtendo a esquerda na América Latina -e a jogada recente de Evo Morales- levantam o problema do significado geral desse novo curso e das perspectivas que, com ele, se abrem. Há algum tempo, um publicista de extrema-esquerda "simplificava" o fenômeno, falando em luta entre o "velho" (o "imperialismo" e seus agentes) e o "novo", em cuja coluna incluía Lula, Tabaré Vázquez, Kirchner, Chávez e Castro. Esses dois últimos apareciam um pouco como modelos entre os que lutavam contra o "velho"...
A esse tipo de simplismo, nada inocente, conviria opor o que escreve Teodoro Petkoff, ex-guerrilheiro venezuelano e principal representante da esquerda anti-Chávez, num artigo publicado no ano passado, intitulado "As duas esquerdas". Petkoff escreve que "o conceito de "esquerda" pode ser mistificador". "Encobre muito mais do que revela, e aplicado indiscriminadamente pode conduzir a grandes erros de apreciação." O autor distingue dois grupos, cujas "contradições" assinalam o que chama de "esquerda bourbônica" (alusão à casa real) ou "arcaica". O outro é o que "marcha por um caminho de reformismo avançado", compatibilizando "sensibilidade social", "desenvolvimento econômico com eqüidade" e "aprofundamento da democracia". Neste segundo grupo inclui Lula, Tabaré Vázquez, Lagos (o texto é anterior à eleição de Bachelet), Kirchner e, "com um perfil mais baixo, os governos de Leonel Fernandez na República Dominicana, de Martín Torrijos, no Panamá, e de Bharret Jagdeo, na Guiana" (este último, membro do Partido Progressista Popular Guianês, fundado por Cheddi e Janet Jagan, partido afastado do poder pelos ingleses, em 1953).
Hoje, seria preciso acrescentar, ainda, o governo de Oscar Árias, na Costa Rica. No outro grupo estão Castro e Chávez, e a ele poderiam se incorporar, continua Petkoff, movimentos de países como a Nicarágua, El Salvador e Bolívia (o autor se refere ao MAS de Morales, que ainda não tinha chegado ao poder).
O artigo de Petkoff interessa tanto pela análise das condições que tornam possíveis as vitórias da esquerda (não tão paradoxalmente, o fim da Guerra Fria é uma delas), como pelo que ele escreve a respeito de Chávez. Petkoff reconhece o prestígio de Chávez, e a "validade conceitual" de algumas das suas "missões", mas aponta para a "corrupção" e o "favoritismo" na aplicação delas, e para a formação de uma nova burguesia "bolivariana", "surgida no calor da corrupção e dos negócios". E embora deixe a última palavra para o futuro, afirma que Chávez, autocrata e militarista, está "condenado ao fracasso".
A leitura do texto levanta duas questões. A primeira se refere ao alcance e às implicações da oposição entre as duas esquerdas. A segunda é mais específica. Admitido o caráter não-populista-totalitário do governo Lula, como pensar a relação entre essa caraterística (positiva) e a prática corrupta desse governo?
Sobre o primeiro ponto, se diria que, em termos formais, o problema -como se lê no texto- é o de saber qual o estatuto dos "inimigos de nossos inimigos". No período anterior, supunha-se que o inimigo do nosso inimigo seria necessariamente nosso amigo. O progresso consistiu em pôr em dúvida essa exclusão de um terceiro: em vez de uma disputa "dual", entre "nós" e o "imperialismo", a luta política na América Latina foi aparecendo como um jogo pelo menos triangular. Em termos de conteúdo, o problema é o de saber qual estatuto atribuir a governos totalitários, ditatoriais ou tendendo a uma ditadura (é o caso de Chávez), que se dispõem a realizar certo número de programas sociais.
Essa pergunta, por sua vez, se subdivide. Num plano mais geral e abstrato, trata-se de determinar qual o peso que um socialista democrata deve atribuir à exigência de "liberdade" diante da exigência de "igualdade". Mas aquém dessa questão teórica importante estão pelo menos duas interrogações "concretas": 1) em que medida esses regimes são efetivamente igualitários?; 2) qual o destino deles, que perspectivas podem ter, e sobretudo, de que maneira eles se relacionam com os projetos de uma esquerda não totalitária nem ditatorial? Se considerarmos o caso cubano, o igualitarismo já ficou para trás (mesmo se a desigualdade no capitalismo ainda é maior). Já em matéria de liberdade o poder castrista aparece, simplesmente, como regressivo em relação aos princípios de... 1789. Passados cinqüenta anos de violências de toda ordem, e dissipada a miragem da igualdade, ele não pode mais ser considerado, como pretendem alguns, como uma ditadura revolucionária "deformada": é, na realidade, um regime retrógrado e, à sua maneira, um poder "contra-revolucionário". Mutatis mutandis, o regime de Chávez não se sai muito melhor.
Num próximo artigo, retomo o tema da oposição entre as duas esquerdas, e comento o estatuto do governo Lula, governo não-ditatorial (nem semi-ditatorial), porém corrupto.
Ruy Fausto, filósofo, é professor emérito da USP e autor de, entre outras obras, "Marx - Lógica e Política" (Editora 34).
fonte: Opiniões @ Folha de SPaulo.
Federico Fellini em 12 filmes
Os Boas-Vidas (1953) - Primeiro sucesso internacional, se passa em Rimini e é de caráter autobiográfico
As Noites de Cabíria (57) - Giulietta Masina, mulher do cineasta, é uma prostituta que precisa superar uma série de situações humilhantes
A Doce Vida (60) - Um retrato de Roma em seu apogeu, com Marcello Mastroianni e Anita Ekberg
Oito e Meio (63) - Autobiográfico e considerado seu filme mais pessoal, apresenta um cineasta (Mastroianni) em crise criativa
Julieta dos Espíritos (65) - Masina é uma dona-de-casa que viva com o marido opressor e insensível
Satyricon (69) - Adaptação da obra de Petrônio, é considerado um dos filmes mais bizarros do cineasta
Roma (72) - Um tributo à cidade, mistura ficção com cenas reais, sendo narrado pelo próprio Fellini
Amarcord (73) - Nostálgico, traz as memórias de juventude do cineasta na cidade de Rimini, sob Mussolini
Casanova (76) - Donald Sutherland interpreta o libertino que vive aventuras amorosas e políticas
Ensaio de Orquestra (79) - Uma hilária orquestra é usada como metáfora para a sociedade italiana
Cidade das Mulheres (80) - Em narrativa onírica, o filme faz uma paródia ao universo das mulheres
Ginger & Fred (85) - Tributo ao passado e à memória, com o reencontro de um casal de antigos dançarinos
fonte: folha de sao paulo

Crianças gostam de torturar Barbies, diz pesquisa da BBC, em Londres
A boneca Barbie é normalmente objeto de tortura das crianças, segundo uma pesquisa feita por uma equipe da Universidade de Bath, na Inglaterra, e divulgada na edição desta segunda-feira do jornal britânico The Times.
Os métodos de mutilação são variados e criativos, incluindo arrancar cabelos, decapitação e queimaduras. Algumas bonecas são inclusive colocadas no microondas e têm suas pernas e braços removidos.
A pesquisa foi realizada como parte de uma análise da influência das marcas na vida de crianças de 7 a 11 anos.
A intenção dos estudiosos não era ter a Barbie como foco, mas eles levaram um susto ao constatar a rejeição, o ódio e a violência manifestados pelas crianças quando elas respondiam perguntas sobre o que achavam da boneca.
Atos de tortura contra a boneca foram repetidamente relatados por crianças de todas as idades envolvidas no estudo, de todos os sexos e em diferentes escolas.
Nenhum outro brinquedo ou marca provocou uma reação tão adversa.
Especial
"Normalmente se espera que meninas adorem a Barbie. Mas elas sentem ódio", disse Agnes Nairn, uma das pesquisadoras, ao The Times.
"As crianças não têm uma única Barbie, uma Barbie especial. Elas têm uma caixa cheia delas. As Barbies não são especiais, elas são descartáveis. A Barbie se tornou um ser inanimado. Ela não é mais vista como uma pessoa, uma amiga."
Pesquisas anteriores sobre violência contra Barbies nos Estados Unidos sugeriam que meninas adolescentes destruíam a boneca porque ela as faziam lembrar da vida adulta em um momento em que as jovens ainda estavam apegadas à infância. Mas Nairn disse que não encontrou sinais disso.
Ela também descartou a idéia de que meninas acima do peso tinham ciúmes da Barbie.
"A idade certa para se ter uma Barbie parece ser 4 anos, mesmo se o estilo da boneca não seja para crianças dessa idade", disse a pesquisadora.
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A primeira vez que chequei esse e-zine, até achei q havia parado no lugar errado. O visual é sério e meio 'squared'. Mas o conteúdo é nutritivo e de qualidade.
OX-Zine
wild wild rock and roll.....
Coluna CRUDEZA, Revista Rock Press, OUTUBRO 2002

Que eu gosto de música maluca, já é fato conhecido... mas às vezes a maluquice é tão genial e pulsante que fica difícil de acreditar que tão poucas pessoas conheçam a música. É o caso do BOB LOG, uma pessoa estranha, esquisita, que canta através de um tubo de aspirador de pó, acoplado de seu inseparável capacete. Toca sozinho, guitarra slide em punho, pedal no pé... Os clips em seu vídeo são impagáveis: tosqueira pura, ele toca em um banheiro feminino, onde várias garotas de baby-doll pulam, rockam e detonam seus bichinhos de pelúcia. Em certa hora, uma chuva de calcinhas cai por cima de Bob Log, que não se abala nem perde o ritmo...
Que tipo de música faz essa pessoa? BOB LOG III, banda de um louco só. Garage blues – rock and roll puro, cru com legítimas pinceladas de blue-grass, vibrações country e punch punk. Quer algo mais punk que esse homem tocando blues? Rápido, maluco, neurastênico, sem deixar de ser rítmico e dançante (ou devo dizer pogante?). Três álbuns, School Bus (LP/CD), Trike (LP/CD) pela Fat Possum/Epitaph e um Live from Japan pela Bloat Records, um VHS, vários singles e splits, com bandas tipo
Com sua antiga banda, a dupla DOO RAG, ele na guitarra slide e Thermos Malling na bateria, convencionalismo e comodidade já eram palavras desconhecidas. DOO RAG lançou três discos, Chunked & Munddled (CD/K7, Bloat Records) Barber Shop (K7) e What We Do (LP/CD, Dependability), vários singles e compilações, além dos splits, inclusive outro com o
Mas se você gosta mesmo de bandas hypadas pelo mundinho antenado no garage punk e aprecia hard-rock à
Outra, definitivamente mais no estilo garage punk retro é o VON BONDIES, diretamente de Detroit Rock City, lançaram um álbum badaladíssimo, em LP/CD, intitulado Lack of Communication, pela Sympathy for the Record Industry, 2001. O quarteto é famoso por suas performances intensas e muita boa falação rolou sobre a sexybilidade de seus integrantes, principalmente do vocalista/guitarrista, da baixista e mais ainda da guitarrista Marcie Bolen – que antes havia tocado no SLUMBER PARTY, banda bem mais calminha, que já lançou dois álbuns pela Kill Rock Stars. Aliás, é também por essa gravadora que acabou de ser lançado One Beat, do cultuado all-girls trio, SLEATER KINNEY.
Rock on!
DOO RAG: 
(#3, 20 págs, 1/2 Óficio)
http://www.geocities.com/SunsetStrip/Mezzanine/1470/fanzine.html
A Europa é quase do tamanho do Brasil. E cada país no velho continente é como se fosse um estado nessa terra brasilis. As diferenças culturais, lingüísticas e sociais são bem diversas. É fascinante.
O Crudezza aproveitou a tour do trio paulistano THEE BUTCHERS’ ORCHESTRA para mergulhar profundamente em território europeu.
Entrevistamos a banda ouvindo as opiniões pessoais sobre a cena underground européia, para abrir com esse aperitivo todo especial o nosso roteiro de bandas imperdíveis do velho continente, onde tudo é mais experiente e organizado. Isso nos encanta profundamente, enquanto a abordagem puramente criativa dos brasileiros é admirada por eles.
É com essas perspectivas que fazemos esse mergulho: liberdade, igualdade e fraternidade.
entrevista feita em março de 2005, após a tour do trio, que foi de fins de novembro de 2004 até começinho de janeiro de 2005.
Thee Butchers’ Orchestra: Tocamos em 7 paises: Holanda, Alemanha, Austria,Bélgica,Itália, Suiça e Eslovênia, sendo que em alguns desses países, tocamos em vários clubes diferentes.
C: Como foi a recepção de vocês lá? Já havia alguma expectativa, as pessoas estavam curiosas para ouvir o Thee Butchers’ Orchestra?
Primeiramente porque o selo Voodoo Rhythm é o maior selo independente na Europa no momento. Segundo porque sempre tivemos nossos discos lançados nos Estados Unidos e isso ajudou muito pois a Estrus é uma gravadora bem conhecida nesse circuito. E terceiro sempre tivemos uma assessoria de imprensa que é feita pela nossa gravadora aqui no Brasil que é a Ordinary Recordings e sempre contamos com o trabalho do selo para fazer todo o trabalho de divulgação do grupo, aqui e no exterior.
C: Quais bandas tocaram e gostaram muito?
C: Como era o equipamento nas casas? Como funciona a organização de um show lá?
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